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Cuiabá,19/03/2026

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Master: Parte do STF considera “inevitável” que Toffoli renuncie


Master: Parte do STF considera “inevitável” que Toffoli renuncie

Uma ala de ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) enxerga como inevitável que Dias Toffoli tenha que renunciar ao cargo ou recorrer à aposentadoria antecipada em razão do caso Master. Segundo apuração do jornalista Matheus Teixeira, da CNN, os magistrados “não têm esperança” de que a crise arrefeça rapidamente.

– O ministro Dias Toffoli é categórico nos bastidores ao dizer que não vai sair do STF, inclusive, fez o movimento de suspeição por isso. Mas, por outro lado, há ministros que avaliam que será inevitável uma renúncia, uma aposentadoria. Quando que o Supremo vai sair do epicentro da crise do Banco Master? Ninguém tem esperança de que isso aconteça rapidamente. E, portanto, uma saída do ministro Dias Toffoli poderia aliviar essa crise – declarou o comunicador.

Nos bastidores da Corte, a análise é de que, apesar de Alexandre de Moraes também estar em uma situação delicada, ele possui um “respaldo político maior” e mais simpatia por parte do governo federal.

– O presidente Lula tem algumas rusgas com Dias Toffoli. Inclusive, foi ele que indicou Toffoli para o STF em 2003, e depois quando estava preso, ele não permitiu que Lula fosse no velório do irmão dele. Isso criou um clima muito ruim entre os dois, e que também prejudica a situação. Muito diferente de Moraes, que conduziu todo o processo contra Jair Bolsonaro. (…) Portanto, ele [Moraes] tem hoje um simbolismo maior dentro da Corte. Sacrificar Alexandre de Moraes teria um custo político muito maior que sacrificar Dias Toffoli – relatou Teixeira.

A Polícia Federal (PF) avalia que o futuro dos ministros Dias Toffoli e Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), está nas mãos do relator do escândalo do Banco Master, André Mendonça. Para a corporação, o procurador-geral da República, Paulo Gonet, está alinhado à ala do Supremo que tenta fazer uma barreira de contenção no caso para amenizar o desgaste, e portanto, qualquer decisão envolvendo um novo elemento contra os ministros estará sob a decisão de Mendonça.




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